terça-feira, 26 de julho de 2011

O Marais revisitado

Neste fim de semana fomos visitar um casal de amigos que moram na Rue Normandie, no Marais e foi um passeio bem legal: almoçamos em uma barraca de comida libanesa no Marché des Enfants Rouges e depois fomos bater perna nos arredores, entre minutos de sol e minutos de chuva, como tem sido este verão em Paris.

O “Marché des Enfants Rouges” é pequeno – coisa de vinte comerciantes – e iniciou suas atividades em 1777, sendo considerado o mais antigo de todos os mercados de Paris ainda em operação.

Deve seu nome a um orfanato de 1615 que, quando fechou, cedeu o nome e o salão ao mercado que hoje funciona de terça a sábado, em um imóvel bem arejado e agradável na Rue de Bretagne.

Saindo de lá fomos comer uma “pâtisserie du jour” no “Cuisine de Bar”, uma espécie de Talho Capixaba bem melhorado, que fica no número 38 da Rue Debelleyme (e tem outro no número 8 da Rue du Cherche Midi, em Saint Germain) e que só usa os famosos pães da Boulangerie Poilâne (com três lojas em Paris e uma em Londres).

Escolhi um “flan nature” e minha mulher uma “eclair au chocolat”, mas o que é super curioso sobre este lugar é a sua definição para o nome que adotaram: receitas rápidas, que não precisam de Chef, nem de fogão e nem de cozinha!

Como só fazem “tartines” (torradas, com coberturas) tudo o que precisam é de um bom pão (o da Poilâne) e de bons ingredientes – vejam as fotos e o menu.

E, mais uma vez andando, deu aquela fominha extra e lá fomos nós comer mais doce e um café para finalizar o passeio.

O lugar escolhido foi a “chocolaterie” e “salon de thé” do Chef Pâtissier Jacques Genin, na minha modesta opinião, tão bom quanto os chefs Pierre Hermé e Jean-Paul Hévin e que fica no número 133 da Rue de Turenne.








Nenhum comentário:

Postar um comentário

Normas para publicação: acusações insultuosas, palavrões e comentários em desacordo com o tema da notícia ou do post serão despublicados e seus autores poderão ter o envio de comentários bloqueado.